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Jul 04
Acidente ocorrido em CASCAIS - PORTUGAL





Explicação de um operário português á Companhia Seguradora,
a qual estranhou a forma como o mesmo justificou o acidente que
sofrera. Este caso é verídico, a transcrição abaixo foi obtida através
da cópia no arquivo da Seguradora. Este caso foi julgado no Tribunal
da Comarca de Cascais, em Portugal.







"A Cia. Real Seguros, Sub Sede de Cascais
Exmos. Srs.

Em resposta ao pedido de informações adicionais,
tenho a explicar o que segue:








No quesito 3 de minha participação a V.Ex.as. do acidente que
sofri, mencionei "Tentando fazer o trabalho sozinho", como a
causa do acidente. Disseram na vossa carta que deveria dar
uma explicação mais pormenorizada, pelo que espero que os
detalhes abaixo sejam suficientes.







Sou assentador de tijolos. No dia do acidente, eu estava a trabalhar
sozinho no telhado de um edifício novo, de 6 ( seis ) andares.
Quando acabei o trabalho, verifiquei que tinham sobrado 350 quilos
de tijolos. Em vez de os levar a mão para baixo, decidi coloca-los
dentro de um barril, com a ajuda de uma roldana, a qual felizmente
estava fixada num dos lados do edifício, no sexto andar.







Desci e atei o barril com uma corda, fui para o telhado, puxei o barril
para cima e coloquei os tijolos dentro. Voltei para baixo, desatei a corda
e segurei-a com forca, de modo que os 350 quilos descessem devagar.
( De notar que no quesito 11 indiquei que pesava 80 quilos ).







Devido a minha surpresa por ter saltado repentinamente do chão,
perdi minha presença de espirito e esqueci-me de largar a corda.
E desnecessário dizer que fui içado do chão a grande velocidade.
Nas proximidades do 3o andar eu bati com o barril que vinha a descer.
Isto explica a fractura no crânio e da clavícula partida.







Continuei a subir a uma velocidade ligeiramente menor, não tendo
parado ate o no dos dedos das mãos estarem entalados na roldana.
Felizmente que já tinha recuperado a presença de espirito e consegui,
apesar das dores, agarrar-me novamente a corda. Mais ou menos ao
mesmo tempo, o barril com os tijolos caiu ao chão e o fundo partiu-se.
Sem os tijolos o barril pesava 25 quilos (refiro-me novamente ao meu
peso indicado no quesito 11).







Como podem imaginar, comecei a descer rapidamente.

Próximo ao 3o andar, encontro o barril que vinha a subir. Isso justifica
a natureza dos tornozelos partidos, das lacerações nas pernas, bem
como da parte inferior do corpo. O encontro com o barril diminui
minha descida o suficiente que minimizou os meus sofrimentos
quando cai em cima dos tijolos e felizmente só fracturei 3 vértebras.
Lamento no entanto informar, que enquanto me encontrava caído em
cima dos tijolos, com dores, incapacitado de me levantar e vendo o
barril acima de mim, perdi novamente a presença de espirito e
larguei a corda. O barril pesava mais do que a corda e então desceu
em cima de mim, partindo-me das duas pernas.








Espero ter dado a informação solicitada do modo como ocorreu
o acidente e ainda explicando que não posso assinar esta, pois
ainda me encontro com os dedos engessados."
publicado por sorraia.blog às 17:55

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Dedicado ao Maneta,ao Zé Brites,ao Palola,ao Pingarelho,ao Xupa,ao Lica,ao Fogareiro,ao Xaninha,ao Farias,ao Xá (que também já voltou a beber),ao Svenkid que parece que está "destreinado" e...a todos os OUTROS QUE BEBEM CERVEJA !!!! SEJA ELA PRETA OU BRANCA !!!!
publicado por sorraia.blog às 17:45

Uma história verídica passada no Algarve, que é uma excelente anedota:
Um casal vivia numa vivenda localizada num empreendimento com várias outras vivendas geminadas, onde os jardins eram contíguos uns aos outros... Esse casal,que passaremos a tratar por casal "Silva" tinha um pequeno canídeo de uma raça inofensiva (rotweiler!) sendo que um dos seus vizinhos directos (que passarei atratar por casal "Mendes" tinha um outro cãozinho mais pequenino(caniche).







Um belo dia, estava a Srª. Silva a cuidar do jardim quando aparece o seu rotweiler todo contente a abanar a cauda, com uma "coisa" branca na boca... Quando a Srª. Silva olhou bem, reparou que o seu rotweiler tinha na boca, o pobre caniche da vizinha, cheio de terra por todos os lados, e já sem vida...








Receando ter problemas de vizinhança, a inteligente Srª. Silva resolveu a situação da seguinte forma: pegou no caniche... deu-lhe uma grande banhoca, e foi colocá-lo no jardim da vizinha,dentro da sua casotinha...







Passado cerca de duas semanas, o Sr. Silva (entretanto a par de toda a situação) encontrou o Sr. Mendes...







- Entao, está tudo bem??







- Nao pá.. Não está nada bem.. A minha mulher está com uma depressão.. e eu próprio também não estou muito bem...







- Então??







- Epa... Lembras-te do "pitufo"??







- Sim....






- Epa... o bichinho morreu há uns dias...








- Ehhhh... Tão chato... Uma pessoa habitua-se aos bichos e depois é um problema..







- Epa não é só isso... É que o bichinho morreu, nós enterramo-lo e passados dois dias ele apareceu outra vez na casota, todo lavadinho e tudo...
publicado por sorraia.blog às 17:25

O Zé Brites foi "roubado"...
O nosso amigo tinha um belo dum fogareiro para churrascadas em cima da caixa da sua carrinha azul...dirigiu-se ao Clube de Tiro para jantar e "buer","buer"...
Ao querer vir de abalada...fogareiro nada...

Coitado do nosso Zé...mas descansem,já apareceu...ora imaginem os enredos e os "filmes" que o nosso amigo Zé congeminou para o facto de ter sido "roubado"...

Zé...Olha que as "mines" tiram a lucidez,pá...
publicado por sorraia.blog às 15:13

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