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Jul 05
Parece que afinal não existiu nenhum arrastão em Carcavelos. Existiram alguns (poucos) assaltos e a grande confusão que esta e outras imagens retratam resultou da fuga precipitada dos veraneantes que se assustaram. Aliás, aqueles que vão a fugir com sacos nas mãos são, na sua quase totalidade, os donos dos respectivos.

Consequentemente, parece que o corpo de intervenção da PSP não compareceu no local (afinal de contas eram necessários para quê?) e nem a marginal foi cortada ao trânsito. Aqueles que dizem o contrário foram vitimas de uma alucinação originada por excesso de sol na cabeça (são conhecidos os malefícios deste sol mas mesmo assim o povo não se previne).
Quanto aos outros, como eu, que viram o sucedido pela TV, são pitósgas. A crise económica que afecta o pais não nos permite ir às consultas de oftalmologia que necessitamos e, como tal, "não vemos um boi" ou, no caso em concreto, vemos mal.
publicado por sorraia.blog às 13:24

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publicado por sorraia.blog às 12:47

Na net circula uma curiosa anedota, também ela sinal dos tempos. Preconiza a instituição de um «Dia Nacional sem Políticos», uma acção que «visa proibir a circulação de políticos durante um dia inteiro» e da qual se esperam benefícios como «milhares de contos de poupança em ajudas de custo, almoços de trabalho e despesas de representação, um dia sem decisões que custam milhões a quem realmente trabalha, e um dia sem carros oficiais e escoltas a funcionar, o que permitirá fazer aumentar a fluidez do trânsito, poupar combustível e proteger o meio ambiente».
publicado por sorraia.blog às 12:39

Durante seis meses o PS, então na oposição, elencou um rol de erros, incertezas, impurezas e imperfeições do anterior Governo. Não só estava no seu direito, como muitas vezes tinha razão. Acontece que em bastantes vezes o fez com uma discurso fundamentalista, politicamente correctíssimo, invocando as melhores práticas e os mais legítimos princípios.
Manda a lógica – e impõe a justiça – que os mesmos critérios se apliquem agora, que é o PS Governo. Trapalhadas em torno das SCUT, falsidades em torno das promessas eleitorais sobre impostos, manipulação em torno do deficit e erros crassos contabilísticos em torno do orçamento rectificativo estão numa lista, feita por baixo e de memória, da obra que este Governo tem apresentado.
Admitir os erros nunca é fácil. Quando se está no poder e se tem maioria absoluta, admitir erros é ainda mais difícil. O poder cega – ou pelo menos distorce bastante o sentido da realidade e da auto-crítica.
publicado por sorraia.blog às 12:38

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