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Fev 07
Enquanto o bebé cresce no útero, um tubo gelatinoso encarrega-se de lhe fornecer o oxigénio e os nutrientes necessários ao seu crescimento, vindos da circulação materna, e leva embora o gás carbónico e as sobras do metabolismo. "Todas as funções vitais do feto são supridas através do cordão umbilical", informa a neonatologista Marisa Sassaki. O precioso tubo que liga o bebé à placenta desenvolve-se ao mesmo tempo que esta estrutura, a partir da quarta semana de vida. Possui duas artérias e uma veia que levam ao feto o oxigénio e os alimentos. Dali, o sangue vai para o coração, um dos primeiros órgãos a entrar em actividade. Começa a bater antes de o bebé completar um mês de vida intra-uterina e já está totalmente formado por volta da décima semana de gestação. Do coração, o sangue é distribuído para os tecidos. O pulmão não participa deste processo. Último órgão a amadurecer, só entra em cena depois do nascimento. "O feto vive através do cordão", completa a médica. O cordão umbilical atinge, em média, de 40 a 60 cm de comprimento. "O tamanho é imprevisível, independente da raça ou tendência familiar", esclarece Marisa. O cordão pequeno pode dificultar o parto normal: a mãe entra em trabalho de parto, tem contrações, mas a criança não "desce". Se for longo, aumenta o perigo de fazer voltas: enrola-se no corpo do bebé, o que pode trazer problemas no momento do nascimento. Se ficar em torno da cabeça, há risco de enforcamento e asfixia. Noutros locais, pode reduzir ou interromper o fluxo de sangue à criança. Às vezes. as ecografias mostram o cordão enrolado no feto. Mas convém recordar que isto nem sempre é definitivo: o bebé vive imerso em líquido, nada e mexe-se todo o tempo, enrola-se no cordão, vira e desenrola-se. Nos meses finais, porém, o espaço fica mais reduzido e os movimentos do feto limitados. Então, se o cordão for visto enrolado na última ecografia, o obstetra talvez recomende a cesariana, por segurança.
( in Saúde no sapo )
publicado por sorraia.blog às 14:52

Aborto sim ou não? Aborto despenalizado até ás dez semanas?
O que penso sobre a questão :
Sou liminarmente contra o Aborto e por isso mesmo vou votar contra.
No entanto,não quero que uma mulher seja tratada como uma criminosa pelo facto de ter Abortado ( deveria ter-se em conta o porquê desse mesmo Aborto e nunca considerar essa mulher uma Criminosa ).
Estarei eu em contra-senso? Chamar-me-ão certamente de inconsciente ou pior do que isso,mas é assim,votarei NÃO ao aborto mas NÃO quero uma mulher tratada como criminosa,como atrás disse.
E depois a questão foi politizada aos extremos por via desse governo do PS,fazendo deste referendo um autêntico cavalo de batalha,aliás conforme prometido antes das eleições.Outras coisas foram prometidas e ficaram na gaveta.
Assim,o que eu penso para além do meu Não é que :

É imperativo que o Estado Português ajude a criar as nossas crianças com dignidade, defendendo a maternidade, criando estruturas financeiras para a estabilidade do casal, proporcionado apoio psicológico gratuito para os casos mais críticos, investindo no planeamento familiar sobretudo aos mais jovens, baixando o preço dos preservativos que me parece escandaloso, sendo estes tão importantes não só para impedir uma gravidez indesejada, como para evitar a propagação de doenças sexualmente transmissíveis. As pílulas que os centros de saúde oferecem só impedem a gravidez! Não posso compactuar com esta situação. A partir do momento que uma mulher verifica que está grávida, tem que ser apoiada, quer financeira, quer emocionalmente. É obrigação da família, dos amigos, das instituições e do Estado Português, assegurar que não existem obstáculos e que tudo irá correr bem, de modo a que mãe e filho desfrutem calma e serenidade durante os nove meses de gestação e pela vida fora. Está na hora de defender a maternidade em Portugal!
publicado por sorraia.blog às 00:17

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